Trade – off

Às vezes precisamos sacrificar algo em razão de uma escolha, precisamos abrir mão de uma coisa para ficarmos ou conseguirmos outra. Temos um termo que podemos empregar para descrever esse tipo de situação: Trade-off.

Em um jogo de xadrez, é comum sacrificar alguns peões ou peças para conseguirmos abrir caminhos para novas estratégias, ou seja, trade-off.

E você? Consegue identificar o que tem sacrificado no ambiente profissional para alcançar novas posições?

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Um pouco sobre crescimento

Sabemos que se executarmos nossas rotinas e construirmos nosso trabalho baseado em alguns princípios universais tais como integridade, respeito, honestidade e algumas doses de proatividade, naturalmente enfrentaremos a fase do crescimento profissional.

É uma etapa em que precisamos amadurecer, porém essa transição pode não ser tão simples assim, quanto maior os desafios maiores serão às dúvidas e a capacidade de decisão. Neste momento é fundamental o profissional ter uma boa rede de relacionamentos para trocar experiências e ajuda de um mentor ou coaching.

Crescimento não é fácil, mas os seus resultados fazem valer a pena passar por todo o processo novamente.

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Mau hálito na empresa

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Um pouco sobre guerra

Derrotar o inimigo em cem batalhas não é a excelência suprema; a excelência suprema consiste em vencer o inimigo sem ser preciso lutar. – A arte da guerra –  III  Estratégias de luta – 2

No mercado atual a vitória consiste na inovação e a fé na nova geração de líderes que terão o desafio de tornar os players irrelevantes sem precisar  ganhar lutas sangrentas por fatias de mercado. Precisamos rever nossas estratégias sobre a excelência quando o assunto é “guera corporativa”, afim de vencer nossos concorrentes evitando o front de batalha para que não haja perdas expressivas.

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O valor do gerente

Excelente vídeo do Waldez Ludwig. Que a síndrome do domingo à noite não nos atinja! Amém.

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Tipos de empresas

Por Max Gehringer

Existem dois tipos de empresas. As que proíbem e as que incentivam. As que proíbem são visuais: elas têm normas e regulamentos escritos para qualquer situação. As empresas que incentivam são auditivas e orais: elas escutam e discutem. As empresas que proíbem são individuais. Cada um tem o seu lugar, e as fronteiras entre uma função e outra são claramente definidas. As que incentivam são coletivas. Toda área é aberta para quem quiser conhecê-la ou se transferir para ela. Para as que proíbem, o importante é o segredo. Para as que incentivam, o importante é a divulgação. Nas que incentivam, a resposta para
qualquer pergunta normalmente é sim. Nas que proíbem, a resposta é sempre não.
Nas empresas que incentivam, é essencial ter boas idéias. Nas que proíbem, é vital ter
boas desculpas. Nas empresas que incentivam, é fácil conversar com o presidente. Nas que proíbem, é difícil conversar até com o chefe imediato. A empresa que incentiva tem planos de carreira para seus funcionários. A empresa que proíbe acha que o funcionário só reclama. A empresa que incentiva depende de um sistema de administração. A empresa que proíbe depende de uma pessoa que dá ordens. A empresa que incentiva é boa para quem quer progredir. A empresa que proíbe só é boa para quem manda. O estilo da empresa que incentiva parece infinitamente melhor, mas não é bem assim. Muitas empresas incentivadoras já quebraram, e muitas empresas proibidoras estão conseguindo sucesso. Porque existem dois tipos de funcionários: os que preferem ser incentivados a decidir e a inovar, e os que preferem ser mandados e simplesmente obedecer. Por isso, o sucesso de uma empresa não depende de seu estilo, mas de seu processo de seleção. Um funcionário criativo e inovador, que se sinta amordaçado, oprimido e humilhado não está errado: ele apenas não foi contratado pela empresa certa.

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O grande dilema

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